
Portugal EsquecidoVolume I
Doze histórias verídicas que aconteceram em Portugal, e que quase ninguém conta.
Um crânio com quatrocentos mil anos, encontrado numa gruta perto de Torres Novas. Um padre que fez subir um balão diante do rei, setenta e quatro anos antes dos Montgolfier. Um caíque de pesca que atravessou o Atlântico para levar uma notícia. Um navio que era um hospital, e que a cidade que o construiu acabou por comprar de volta à sucata.
- 12 capítulos
- 74 páginas
- A5 · 148 × 210 mm
- Capa dura · papel couché
Pagamento por cartão ou PayPal. Portes incluídos para Portugal continental.
Edição digital · 9,90 €Os mesmos doze capítulos em PDF: no email em minutos com MB WAY ou cartão, e com Multibanco assim que pagar a referência.
Ou a Assinatura do Arquivo, 29 €: este volume já, e um volume novo por mês durante seis meses. Seis volumes, pagos de uma vez.
Impresso sob encomenda na União Europeia e enviado de dentro da UE. Entrega em duas a três semanas, entre produção e envio.
Índice
Doze capítulos, por ordem de acontecimento: quatrocentos mil anos entre o primeiro e o último.
- IO Crânio Sem NomeTORRES NOVAS · há ~400 000 anos
- IIO Porto do Mediterrâneo no AlentejoALENTEJO · séc. VIII–XXI
- IIIÓbidos, a Vila que Pertencia às RainhasÓBIDOS · 1221–1929
- IVO Homem que Talvez Fossem TrêsLISBOA · VITERBO · 1276–1277
- VO Nome na CraveiraLISBOA · 1502–1578
- VIO Arcebispo que Pediu a Reforma dos CardeaisBRAGA–VIANA · 1559–1590
- VIIO Padre VoadorLISBOA · 1709
- VIIIO Aqueduto que Não CaiuLISBOA · 1731–1755
- IXO Caíque que Foi ao Rio de JaneiroOLHÃO · 1680–1808
- XO Sextante que Venceu o AtlânticoLISBOA–RIO · 1922
- XIO Farol que a Cinza EnterrouAÇORES · 1957–1958
- XIIO Navio que Era um HospitalVIANA DO CASTELO · 1955–1998
Porquê em papel
O livro é uma escolha: doze capítulos entre mais de cinquenta, postos por ordem, do primeiro rosto humano encontrado em Portugal até um navio que a cidade que o construiu foi buscar à sucata. As pinturas passam a ocupar a página inteira, impressas a cores sobre papel couché, e as fontes de cada capítulo ficam reunidas num só lugar, no fim do volume.
Um livro fica numa estante, empresta-se e oferece-se.
As fontes
Cada capítulo abre com a sua fonte mais forte. O crânio de Torres Novas abre com o artigo que a revista PNAS publicou sobre ele. O vulcão dos Capelinhos abre com o estudo que quatro cientistas publicaram sobre a erupção no Journal of Geophysical Research. O navio-hospital abre com o trabalho de três investigadores de história da medicina. A travessia de Gago Coutinho abre no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. A lista completa de cada capítulo está no fim do volume.
Como foi feito
Os textos foram compostos com recurso a inteligência artificial, a partir de factos verificados em fontes documentais, e revistos antes de publicar. As imagens são pinturas criadas por inteligência artificial: não são fotografias de época, e cada capítulo repete essa nota junto às suas fontes.